domingo, 17 de novembro de 2013

Alfabetização e Letramento


Caros Professores,

Alfabetização e letramento devem caminhar em prol da fruição e do deleite, e isso dependerá de nossas dinâmicas nos momentos de sistematizar o processo.

Estabeleceremos neste exercício um ponto para reflexão do diálogo como propulsor de bons momentos de interação com o mundo da comunicação em todas as suas formas.

Processos de reflexões entre os especialistas que devem se estender ao ambiente escolar e envolver aos alunos e a família, cada qual com o seu grau de complexidade e objetivos dentro do processo.

No entanto, é primordial que haja o aprofundamento destes estudos em momentos individuais com livros e outras formas de ampliação, e nos momentos de estudo coletivos para estabelecermos uma práxis: teoria x reflexão x prática x teoria x reflexão e nova prática.


O texto deve acolher, divertir, informar, proporcionar inúmeras sensações e funções no cotidiano das crianças. Os jogos com palavras, letras e textos devem estimular o processo de domínio do código, mas principalmente entender seu caráter lúdico.

Certamente as crianças não entendem nossas metas, e realmente elas são importantes no processo, porém nossos alunos, que são o principal motivo do processo, pensam e agem de maneira lúdica e buscam essas vivências em suas atitudes.

O Ensino Fundamental de nove anos não promoveu a criança de idade e modo de agir. Então, devemos entender o processo por ciclos e não por ano escolar.


Para que você lê e escreve?

Como devemos nos colocar no lugar das crianças e entender seus anseios e seus reais objetivos diante do domínio do código? Serão objetivos simples? O que as motiva? Qual o significado desse processo?

A ampliação por meio de peças sociais que estimulem aos alunos e o sentido de comunicação direta e mediada não podem deixar de fazer parte destas premissas, pois nem só de resultados tangíveis vive o mundo da Educação.

Como pensar no "como" sem antes resolver o "para que"?

Talvez essa resposta esteja clara para o professor e não seja significativa para a criança. Lembrando que a construção deste significado é lúdico e adequado aos interesses reais que ela consegue perceber. 


Acessem ao exercício nas páginas da Blogoficina

Professor: e você alfabetiza como?


domingo, 27 de outubro de 2013

Blogsfera - indicando, lendo e produzindo


Ler e produzir são as duas ações mais importantes deste mundo que batizamos de "Blogsfera", e suas funções vão muito além do óbvio para o cotidiano escolar.

Questões como socialização, quebra de fronteiras, diversidade de ideias e pontos de vista devem contemplar a intenção de quem pretende utilizar o recurso em seus momentos de leitura ou nos  processos de interação e interatividade com seus alunos.

Destaco a quebra de fronteiras: podemos publicar sem a necessidade de depender de veículos que afunilam e filtram a comunicação mediada, e isso não quer dizer que eles não são importantes para nossos estudos, mas que não há espaço para todos em seus contextos.


A Educação não é a opção mais procurada pelos leitores, mas a palavra "leitor" remete ao fato de melhoria do repertório linguístico. Claro que nos perguntaremos: mas depende do que lerem?

Sim, e isso então merece tratamento durante a vida escolar destes leitores.

Defendo a intenção para a ação e não a ação pela ação. Isso requer que o professor tenha claro o rol de objetivos, mas que planeje o conjunto de habilidades com cada ação na escola. 



Podemos nos basear, além de estudar e trabalhar em sala com as várias publicações em blogs institucionais, pois eles passam por revisões e recebem investimento para a criação de conteúdos, inclusive para os momentos de leituras técnicas que sempre necessitamos.

Vejam alguns exemplos:

- Blog Ideias em Educação - http://fundacaolemann.org.br/blog/ - Fundação Lemann;

- Blog Tecnologia na Educação - http://revistaescola.abril.com.br/blogs/tecnologia-educacao/ - Revista Nova Escola;


- Fundação Bradesco escola virtual - http://www.ev.org.br/Paginas/Home.aspx - Inseri para mostrar que há cursos gratuitos de programação e tecnologia que deviam ser obrigatórios em nossa carreira. 

 

Os resultados de pesquisas no Google mostram uma vasta quantidade de blogs por área do conhecimento, e sabemos que a avaliação será o ponto primordial para a seleção dos que queiram visitar e interagir.

No entanto, precisamos fazer mais do que ler e indicar, é necessária a produção do professor. 

Quando você cria um blog o exercício implica em estudo, além da iminente fonte de troca com seus colegas. A preocupação que temos em não errar é uma cobrança social e ela deve saber que o equívoco é uma fonte de aprendizagem muito produtiva.

Eu erro e corrijo, e volto a errar e corrigir. Esse ciclo melhora muito minha qualidade de estudo e proporciona melhor preparo sempre.

Permita-se ser aprendiz, pois a didática caminha para o mundo de quem faz para saber e está mais distante dos que acham que sabem!

Se desejarem ler um pouco mais sobre o assunto, acessem ao estudo que realizei com professores na cidade de Parisi na página das blofoficinas.


sábado, 19 de outubro de 2013

Hashtag para ampliar o sentido de aula! #oteatroazul - #bluetheater

Sustenido para o teatro azul significa um tom elevado na vontade de contar histórias.
Caros,

Aprender música para mim é uma questão de desenvolver novas habilidades que não tive a oportunidade na escola, mas a tecnologia é uma questão de autodidatismo.

Essas afirmações me fazem pensar em autonomia, e em compor aulas que levem os atores envolvidos ao desenvolvimento de habilidades, as quais não poderão dizer que não tiveram oportunidades.

Quando falamos em acessar conteúdos de maneira prática nas redes sociais nos deparamos com questões técnicas porque queremos utilizá-la em sala de aula, na maioria das vezes.


Gostei de utilizar o Twitter como ferramenta de comunicação mediada, pois isso serve num contexto prático.
Os professores puderam acessar ao conteúdo da oficina em tempos diferentes, sem a preocupação de copiar os slides no Pen-drive (processo arcaico).

Bastou aos que desejaram: abrirem o Twitter e digitarem #oteatroazul e todo o conteúdo que vimos em sala estava exposto em links. 

O Smartphone servirá como propulsor de pesquisas direcionadas e até o hipertexto terá a mesma serventia da lousa, ou seja, tudo servirá para momentos pequenos e as aulas serão, cada vez mais, dinâmicas.


Quando discutimos os desafios da aprendizagem não podemos descartar os outros saberes e habilidades que os alunos necessitam para o hoje e o amanhã. Obviamente que tudo de acordo com cada faixa-etária.

Fica muito claro que a dinâmica de sua sala não poderá ficar apenas em meio aos objetivos estáticos que ela comporta para a comunicação direta. O ir além e proporcionar a interação e interatividade que o mundo lá fora já faz, será como ter giz para escrever na lousa. Na pobre da lousa que apanha o tempo todo, mas que é apenas um objeto!

Me senti muito "#thaumatsem" com o processo e isso sempre impulsiona a ciência, lembrando que a Pedagogia é uma!


Criar novos "Objetos de Aprendizagem" e ampliar o tempo de estudo que o aluno poderá aproveitar é uma oportunidade de fazer da ciência que escolhi para minha vida, um fim no qual continuo acreditando.

Quando escrevo que o aluno "poderá", estou afirmando que também devemos entender o processo de autonomia que isso trará aos atores. Entendo que quanto mais diversidade proporcionarmos, mais eles poderão optar a forma, o local e a intensidade, pois tudo será uma questão de desenvolvermos ainda mais uma habilidade: o saber direcioná-los diante dessas opções.

Um processo de mediação e escolhas que envolverá o consenso como fundamento maior para o alcance de objetivos, os quais não serão apenas do professor, será de ambos.


Dar aulas não assegura a aprendizagem, interagir com o aluno no processo pode diminuir essa incerteza.

Irei em busca de mais ferramentas que me servirão, assim como a lousa ainda nos serve!

#oteatroazul


O Teatro Azul - Contação de Histórias

domingo, 29 de setembro de 2013

Cine Maestro - Filmes para Educadores VIII


Sabemos que não é possível separar a escola do mundo, pois ela está nele. É construída para os seres que vivem no mundo. 

Portanto, será de suma importância nos habituarmos ao estudo dos gêneros vividos pelas personagens dos filmes, que neste caso apresenta um grupo de jovens em busca de sensações.

Um professor de teatro que incentiva práticas aturianas (sensações reais para compor uma personagem) impulsiona o grupo ao mundo das sensações que pretendem contar no palco. 

Para mim, o fato mais importante de aprender com a trama é saber que os jovens querem e vão em busca destas sensações, e diante do fato, como devemos instruir sem impedir que vivam.



Inspirado em um álbum da banda de rock canadense Arcade Fire, o filme mostra um grupo de adolescentes buscando viver no subúrbio em meio as opressões do tempo da Guerra do Golfo.

Gostei dos exemplos de adaptação que os jovens têm em relação ao cotidiano, que muda e influência os comportamentos.

Interessante agregar estudos da neurociência em relação a formação da ética e da moral, pois eles são colocados em situações que, para mim, deixam claro as inseguranças e a influência do mundo externo em suas decisões. Claro que isso ocorre conosco a vida inteira, mas o que percebi é que mostram claramente que não conseguem julgar por si, não totalmente.


Uma história de vida muito interessante em função de um sonho que não é apenas ter dinheiro.

Acertos e erros de uma vida ligada ao desenvolvimento da tecnologia, e não é apenas falar em monopólio, mas falar em liberdade, pois só posso escrever essas linhas do sofá de casa porque isso aconteceu.

Também, a visão do estudioso que sofre bullying por ser diferente, mesmo em uma época de revoluções.

As relações ficam claras, momentos de ótimas decisões e outros com perdas significativas, mas que não cabe o julgo e sim a tentativa de compreender para poder conviver com a diversidade.


A linda história de um casal de eternos apaixonados, que deixa um rastro sútil dos momentos que revelam esse sentimento, além do amor.

Decisões muito severas e o caso da eutanásia em questão.

O abandono parcial dos filhos e as cobranças de que nada ajudam nos momentos mais importantes.

Um belíssimo filme para ser degustado com tempo, pois isso dará maior oportunidade de perceber os detalhes das cenas e das mensagens contidas no roteiro.

Talvez uma história para nós e nossas vidas que podem caminhar conforme nosso piano determinar.

Bons momentos aos maestros!

domingo, 1 de setembro de 2013

Webs on Digital Screen - Teias em Tela Digital

                                   
Retalhos - Tela Digital 2013 - MARTINS, Leandro Wendel.

O projeto "Tela Digital" é apresentado para mostrar o universo da criação com a intenção de evoluir e parte do princípio que uma competência nunca está pronta totalmente, por mais que seja evidente nas ações de uma pessoa.

Criar e reinventar significa evoluir suas habilidades básicas, operacionais e globais dentro de uma competência, pois nossas ações envolverão o pensar para aprender em todas as etapas: pesquisa, produção e publicação.

Outro ponto do projeto é a utilização da tecnologia como forma de produzir arte e estimular o desenvolvimento para profissões que o futuro certamente terá, mas que por hora é conteúdo didático da escola.

Jardim - Tela Digital 2013 - MARTINS, Leandro Wendel.

Há publicações de outros anos com outras propostas do "Tela Digital", mas adianto que o importante é criar a ideia de sua turma, com o software que utilizei ou com outros. 

Uma ideia nos serve para um fim e a ideia dos outros pode nos trazer outras ideias, por mais que pareça brincadeira, é essa a intenção deste projeto: provocar ideias e ações!

Vocês poderão acessar ao projeto na integra na página "Outras Formas" deste blog.

Som - Tela Digital 2013 - MARTINS, Leandro Wendel




domingo, 25 de agosto de 2013

Meio Ambiente - Green politics in everyday life



Um exercício para refletir com seus alunos, antes de começarem a tratar de sustentabilidade nas ações do dia a dia.



Acredito que não há como sensibilizar antes de refletir por meio das ideias e fatos publicados, assim teremos como mobilizar ações que devem tratar do "EU" e do coletivo com ações possíveis inicialmente.



Existem comentários com sugestões de abordagem após alguns slides, mas vale lembrar que é importante que o professor construa seu plano de encaminhamento para lançar os assuntos pertinentes durante a plenária.



Publiquei uma coletânea de vídeos com os encontros de Educação para a Sustentabilidade, pois o professor deve ampliar seu conceito do assunto para abordá-lo com propriedade no exercício de reflexão que fará com seus alunos, além de um pequeno roteiro de ampliação para o planejamento da temática. 



Boas práticas com seus alunos!


sábado, 10 de agosto de 2013

Cine Maestro - Filmes para educadores 7

Caros Professores,

O cinema pode nos mostrar caminhos interessantes, principalmente em relação ao hábito de refletir. Isso porque temos uma constante em nossa profissão: o pensar social.

Extrair o comportamento das personagens pode nos levar ao exercício de reflexão sobre o dia a dia de nossos alunos em seus contextos sociais, e ajudar em questões de valores.

Os valores têm um caminho único para serem significativos: a vivência.



Um ótimo cargo e quatro candidatos que o disputam, será que a decisão de quem ficará com a vaga virá de algo inesperado?

Gostei porque se houver um pouco de visão pedagógica na trama perceberemos como serão importantes os valores que trabalhos hoje, por meio das vivências do dia a dia.



10,000 AC mostra um pouco de história e a evolução de um povo com o advento da agricultura.

Podemos explorar sobre extinção, poder, amor, conhecimento e refletir como esses povos adquiriam novos hábitos.


http://www.youtube.com/watch?v=dlLdH106-zY - Documentário do canal The History Chanel.


Lincoln nos leva ao pensamento da justiça e da política.

A História da guerra entrelaçada aos acontecimentos políticos e sociais em relação ao direito à liberdade.

Muito interessante se trabalharmos com fontes históricas e dinâmicas para debate, e quem sabe, montar um senado em sala de aula.



Boas reflexões pedagógicas!